Você acha que conhece estacionamentos bem sinalizados? Veja imagens do Eurekapark, em Melbourne, desenvolvido pelo designer Axel Peemoeller. As pinturas são feitas nas paredes e no chão, para dar a sensação de três dimensões. Você se perderia? Leia mais »
As novidades de 2009 não param aqui no Magaiver. Conversando com amigos e leitores do blog, percebi que já se foi o tempo em que os geeks moravam e trabalhavam no meio de cabos e pacotes de fast-food vazios. Cada vez mais se dissemina o prazer de recriar espaços de convivência, desde home offices a até nossas próprias casas. Assim, todas as terças-feiras, vou postar aqui algumas imagens de locais inspiradores. São projetos de design de interiores não necessariamente caros ou complexos, mas divertidos de ver. Sua casa ou escritório também é inspirador? Mande uma foto para a gente.
Cliente de desktop para Twitter para quem precisa tirar o máximo do microblogging. Ideal para profissionais de mídia. Clique no vídeo e assista ao review. Gostou? Baixe o TweetDeck.
Se tudo der certo, quando você ler este texto, estarei em retiro fechado num templo budista em Três Coroas. Neste mês, você acompanhará material que eu desenvolvi durante os 10 dias finais do ano passado. Vai haver muitas estreias, mais vídeos e algumas seções bem diferentes do que costumávamos publicar aqui no Magaiver:
Segundas-feiras: o dia do vídeo. Além dos tradicionais reviews, vem aí o programa Mão Na Massa, que vai introduzir alguns conhecimentos que podem ajudá-lo a profissionalizar seu pequeno negócio. Nas primeiras edições, vamos tratar da criação de logotipos e de como lançar um produto.
Terças-feiras: nova seção Lá em Casa, trazendo idéias para você dar um tapa no visual da sua casa ou do home office. A ideia é inspirar, não bancar a Casa Cláudia.
Quartas-feiras: novos jeitos de encarar o cotidiano. Alguns polêmicos, outros simplesmente criativos, publicados sempre ao Meio Dia - Ideias para você alimentar durante o almoço.
Quintas-feiras: republicando a série sobre procrastinação, que escrevi para a revista Superinteressante. Aqui os textos estarão mais completos. E alguns serão acompanhados por vídeos.
Sextas-feiras: novo programa de áudio do Magaiver, Happy Hour. Vai ao ar por volta das 17h30. Para relaxar, ouvir música e conversar de um modo mais descontraído.
Fique atento que tem mais durante a semana. Espero que vocês gostem.
Até fevereiro.
1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo “corrida do iPhone”, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.
2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais. Assim, empresas com “selos verdes” ou “neutras” na emissão de poluentes devem ganhar alguma importância social.
3. Por outro lado, pode se disseminar a prática do greenwashing, que é o ato de fingir preocupação ambiental. A técnica consiste em usar marketing, conceitos falsos ou teses mal pesquisadas para explorar a ignorância alheia e ganhar fama de amigo da natureza. Leia mais »
Há muita gente no mundo batalhando para fazer o melhor e se tornar famosa. Mas, ao longo dos anos, internet vem provando que falhar e ser humilhado publicamente também pode ser um caminho para a tão sonhada popularidade e, pasmem, “respeito social”. Até mesmo na schadenfreude (prazer em assistir a desgraça dos outros), pode haver algum tipo de compaixão ou, ao menos, um acolhimento social via humor. Os chamados virais, ou os memes, são bons exemplos disso. Você deve se lembrar do vídeo de Chocolate Rain. Tay Zonday passou de motivo de piada para garoto propaganda de uma empresa norte-americana. É um jeito nada ortodoxo de conseguir emprego - e não deve entrar nos cânones dos recursos humanos. Mas, ainda assim, é um fenômeno cultural digno de análise. O site Know Your Meme enfrenta essa tarefa, digamos, cientificamente. Em pequenos e bem humorados documentários, mostra possíveis explicações para fenômenos da web, desde All Your Base Are Belong To Us até a chatíssima prática do Rickrolling. Quem está desesperado para ficar popular (na blogosfera, no Twitter ou sabe-se lá onde), talvez consiga criar um manual a partir dessas falhas travestidas de sucessos ou vice versa. Vai saber.
Ainda que sem a narração de Sérgio Chapelin, segue a retrospectiva do Magaiver em 2008. Daria um ebook, não é? Vou arranjar alguma paciência para fazê-lo.
As previsões para 2009 não são as melhores. Especialistas afirmam que teremos que apertar um pouco os cintos. Mas para quem se interessa pelos assuntos publicados no Magaiver, isso não é exatamente o maior dos problemas.
Aqui, passamos o ano inteiro tentando descobrir como fazer mais com menos. E, em especial, tentando desarmar certas mentalidades que vampirizam nosso tempo e energia. Em situações de crise, as pessoas precisam ainda mais desse tipo de conteúdo. Farei o possível para oferecer informação de qualidade.
Em janeiro, estarei em retiro fechado. Sem celular, internet ou telefone. Mas já agendei alguns posts para manter nossa conexão. Qualquer coisa, enviem e-mails (que serão respondidos apenas em fevereiro).
Obrigado por me acompanhar neste ano. Felicidades. E que a força esteja com você.
Se quiser dar uma caixinha para este blogueiro, ainda há tempo. :)
Gráfico representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007.
No conjunto, a computação e as telecomunicações produzem 2% das emissões (de carbono) globais, de acordo com a Iniciativa Global e E-Sustentabilidade (Gesi, na sigla em inglês), um grupo da indústria. Desses, 49% vêm dos PCs e impressoras, 37% das redes e dos dispositivos de telecomunicações e 14% dos centros de processamento. O volume total das emissões é comparável ao da aviação. Mas a indústria de TI, ao contrário da aviação, não provoca a ira dos ativistas ambientais. Talvez isso aconteça porque os computadores são menos visíveis ao poluir, ou porque seu uso não é considerado, como na aviação, frívolo e desnecessário.
Tom Standage, da The Economist, traduzido para o especial O Mundo em 2009, da Carta Capital, que está nas bancas e custa R$ 12,90. Mais sobre computadores e sustentabilidade no Climate Action. Ou no Greenpeace, claro.
Um dos mais conhecidos jornalistas da área de tecnologia dos EUA, Robert Scoble.
Dois dos mais conhecidos blogueiros da área de tecnologia nos EUA estão debatendo hoje sobre o uso dos blogs e de serviços como Twitter e Friendfeed. Michael Arrington, do TechCrunch, diz que Robert Scoble está viciado no Twitter, postando menos no blog, perdendo audiência e dinheiro - já que ele não “monetiza” seus textos nos serviços de microblogging.
Ainda que eu seja bem menos problogger do que os dois, também tenho alguma relação com esse processo de mudança de comportamento no uso de mídias. E, perceba: já nem estou falando mais da migração dos jornais e revistas para a web, mas de blogs para microblogs e ambiente mobile. Leia mais »
Zarro Boogs - Todo aplicativo ou projeto tem erros. Você é que ainda não os descobriu. Essa é a filosofia por trás da expressão “zarro boogs”, uma versão irônica de “zero bugs”, com direito a erro de digitação. Ela nasceu no final dos anos 90 nos corredores da Fundação Mozilla, quando seus engenheiros estavam na correria para lançar o substituto do Netscape. Este viria a ser o Mozilla e, mais tarde, o Firefox.
Os programadores usavam um aplicativo detector de erros chamado Bugzilla. E, depois de alguns ciclos de trabalho, o ideal seria que ele encontrasse “zero bugs” (nenhum erro). Mas, com o tempo, os desenvolvedores perceberam que não existia uma situação de acerto total. O Bugzilla é que tinha bugs. Ou melhor, ainda não conhecia todos os erros que, em algum ponto, estavam escondidos. Assim, tanto o Mozilla, quanto o Bugzilla e seus criadores, iam se desenvolvendo e descobrindo suas limitações. O processo não tinha fim.
Por isso, “zarro boogs” brinca com o fato de que, mesmo que não percebamos, sempre há um bug prestes a se manifestar. Aí está uma expressão que vai além das limitações do otimismo e pessimismo. Mundo perfeito? Horror completo? Não. “Zarro boogs”.
Uma das coisas mais divertidas de se fazer num sistema operacional é mudar os seus comportamentos. A prática é conhecida genericamente como “tweak” e, em tese, exige algum conhecimento das entranhas dos programas. Mas há inúmeros softwares que criam interfaces gráficas que ajudam a mexer nas áreas mais escondidas do sistema, sem fazer lambança. Eles explicam o que pode acontecer se você mexer nas opções e mostram quais comportamentos alternativos estão disponíveis. Coisas como melhorar uso de memória, deixar o boot (processo de ligar o micro) mais rápido e alterar aparência, detalhes dos botões, a forma com as janelas abrem, entre outras coisas.
Os melhores aplicativos dessa área são o Tweak UI, para Windows Vista, Mac Pilot e Tinker Tool e o Ubuntu Tweak, para a distribuição Ubuntu, do Linux. Usando certo bom senso e cuidado, você pode deixar o sistema operacional do seu computador mais amigável e eficiente. Mas vale frisar: leia bem as opções antes de sair clicando.
Eduardo Fernandes é interaction designer, consultor e jornalista. Já desenvolveu projetos de internet para empresas como Trip, Nokia, Petrobras, Nintendo, Editora Abril, entre outras.